5 dicas para ajudar animais vítimas de abandono

Cuidar de cães e gatos abandonados é responsabilidade que deve ser compartilhada por todos

A Organização Mundial da Saúde estima que a população brasileira de animais de rua some 30 milhões, entre gatos (10 milhões) e cães (20 milhões).

O abandono é crime previsto em lei desde 1998, que teve pena de detenção aumentada recentemente (Lei 4.064/20): de um para até cinco anos de detenção. Além disso, os acusados passaram a responder na justiça criminal, não mais ao juizado especial.

Confira as dicas NUXCELL para ajudar um animal de rua:

Mas de quem é a repsonsabilidade por esses animais abandonados?

É de todo mundo!
Cabe ao poder público (implementar políticas públicas para o controle da reprodução de cães e gatos. No entanto, essa é uma ação de saúde pública presente em poucos municípios brasileiros.

Mutirões de castração ajudam a controlar população animal nas cidades

São animais perdidos, abandonados, ou que são intencionalmente deixados soltos por longos períodos, além daqueles que já nascem em um ambiente sem o contato humano.

Segundo Conselho Federal de Medicia Veterinária (CFM), essa população animal tem menor expectativa de vida por conta da subnutrição e de uma série de doenças facilitadas pelo ambiente,além dos maus-tratos e métodos brutais de controle populacional.

Ajudá-los é um ato de humanidade, mas que demanda informação sobre as responsabilidades compartilhadas.

1 – Procure pelo dono

Nem sempre o cão ou gato que você encontra na rua é vítima de abandono ou maus tratos. Muitos podem estar debilitados depois de se perderem de suas casas ou tutores. Então, busque por informações sobre animais perdidos no seu bairro ou cidade. As redes sociais podem ajudar bastante nessa tarefa.

2 – Busque programas de apoio

Pesquise se há programas públicos, iniciativas privadas ou comunitárias de apoio aos animais de rua. Muitas clínicas mantém convênio com ONGs para oferecer procedimentos de saúde animal gratuitos ou a preço de custo.

População de animais de rua no Brasil é estimada em 30 milhões pela OMS

3 – Ajudar também custa

Entenda que, a partir do momento em que decide ajudar, você se torna responsável pelo animal. Essa ajuda pode ser custos e nem todos os municípios,  profissionais e clínicas veterinárias têm programas de ajuda.

4 – Animais não são descartáveis

Esteja ciente dos custos e responsabilidades. A eutanasia (indução à morte sem provocar dor) não pode ser opção para quem desistiu de ajudar. Os animais não podem ser descartadose há um protocolo rigoroso para a realização desse procedimento, ao qual os médicos veterinários devem seguir.

5 – Consulte um médico veterinário

Mesmo que aparente estar saudável, o cão ou gato acolhido precisa ser avaliado por um profissional antes de ser levado para casa ou conviver com outros animais. Isso evita a proliferação de doenças como Tumor Venéro Transmissível (TVT) e assegura que as vacinações e vermifugações estejam em dia.

O bicho também pode apresentar subnutrição e precisar de suplementação com simbiótico imunomodulador. Nesses casos, NUXCELL PLUS, age em menos 7 horas a partir do sistema digestivo para regular o sistema imunológico e controlar enterites.

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